SOLLOS e Jader Almeida apresentam nova coleção no Showhouse 2018

O designer Jader Almeida traz 37 novos produtos. Entre os lançamentos, cadeiras, mesas de jantar, centro e apoio, buffet, sofás e poltronas

 

Entre os dias 15 de março e 8 de abril, o designer Jader Almeida a SOLLOS apresentam a tradicional mostra Showhouse SOLLOS – coleção Jader Almeida 2018, com suas peças autorais, distribuídas em 23 ambientes, pensados para interpretar as mais variadas cenas do cotidiano. O local escolhido é antigo prédio com uma ampla área de mais de 3 mil m², na Avenida das Nações Unidas, 345, em São Paulo. Todo o projeto de arquitetura e curadoria são assinados por jaderalmeida design&Architecture com características de perspectiva de ambientes minimalistas, amplos e interligados, promovendo calma, elegância e fluidez, características recorrentes do escritório.

 

 

“Para 2018, não pensamos na individualidade dos produtos ou de soluções − já que cada produto carrega valores duráveis, individualidade e atributos de atemporalidade”, explica Jader Almeida. Ainda de acordo com o designer catarinense, o exercício de lançamento de produtos é sempre uma tarefa que requer uma análise ponderada entre conceito e mercado, pois uma das filosofias é gerar cultura e rentabilidade, tendo em vista a sentença de que bom design e bons negócios são sinônimos para uma indústria gerar valores para economia e sociedade.

 

 

 

Há 14 anos, Jader Almeida tem conquistado uma carreira brilhante e impactante para o design autoral brasileiro e, atualmente, é reconhecido como um dos designers brasileiros mais respeitados no mundo. A parceria com a indústria SOLLOS, no qual comanda a direção criativa, tem rendido frutos que reverberam em sua carreira, como os mais de 50 prêmios nos últimos dez anos, além da participação nos mais importantes eventos de arquitetura e design mundial.

 

Nesta edição da mostra, a SOLLOS – marca que produz peças de design de alta qualidade e se consolida cada vez mais no mercado pela sua inovação – nos oferece uma perspectiva de sua capacidade de resposta como indústria, pesquisa e seus métodos de conectar as alavancas econômicas e produtivas com todos os agentes que compõem a cadeia de valores, além do resultado da inovação incremental na forma de projetar, produzir e distribuir seus produtos. A cada dia, momento, produto ou apresentação, a SOLLOS reafirma seu caráter de solidez, que mantém de forma contundente o alto rigor estético e qualidade superior. A direção criativa de Jader Almeida mostra uma energia criativa, apuro estético e atenção nos detalhes, afirmando vida longa ao conjunto e edificando uma marca que gera valores tangíveis nos âmbitos econômicos, sociais e culturais sempre alinhado a sustentabilidade de seu próprio ecossistema.

 

 

Coleção 2018

Donos de um vasto portfólio de produtos bem-sucedidos, com sucesso de venda e de crítica, a SOLLOS e o designer Jader Almeida, a cada ano, lançam um olhar para o próprio portfólio para avaliar sua coleção. O conceito de coleção orientada por demanda foi lançado de modo a classificar o design dos produtos: Ícones – Projeto – Luz.

 

A tradicional mostra, idealizada pelo premiado designer Jader Almeida

Ícones: são todos aqueles produtos cujos valores de design encontram uma assinatura e identidade forte, são autoafirmativos em sua materialização, ricos em detalhes e individualidade com atributos de se tornarem futuros clássicos do design.
Projeto: são produtos que cumprem sua função de maneira plena, se adaptam às mais diversas demandas, são como uma espécie de peças customizáveis nas quais cada interpretação gera um resultado original para ocupar espaços distintos.

Luz: como o nome sugere, está na categoria de iluminação. São luminárias de piso, mesa e pendentes pensados para cumprir uma função poética e criar atmosferas aconchegantes de luz.
Nessa coleção, mais de 30 produtos serão apresentados pela primeira vez, entre modelos inéditos de cadeiras, mesas de jantar, centro e apoio, buffet, sofás e poltronas. O segmento de iluminação, que teve início em 2010, ganha integrantes a cada ano e nesta edição são mais de dez modelos de luminárias de piso, parede e pendentes.

 

 

Além dos produtos inéditos, uma gama de acabamentos, superfícies e texturas fazem parte da apresentação, além de materiais como aço, obtém efeitos de colorações ao serem flamejados e recebem o nome de flame steel. Tal item, por exemplo, pode revestir planos de mesas e consoles. Diferentes tipos de mármores, como travertino titanium, contrastam com o efeito gradiente obtido por meio de técnicas de colorações. Tecidos diversos e couro criam uma harmonia com os novos tons de madeira, como os tingimentos canyon e carbono.

Outros materiais, como madeira, pedras, metais e seus efeitos variados, contrastam com traços, equilíbrio geométrico e uma percepção espacial arquitetônica vista somente por meio do olhar apurado de Jader Almeida. O profissional acentua a predileção pelo conjunto da obra, e usa uma metáfora que define muito bem seu pensamento: “Prefiro uma sinfonia a uma sonata.”

Poltrona Mole do design Sergio Rodrigues completa 60 anos e ganha homenagem

 

A loja Lilia Casa, que é referência no melhor do design e decoração no Estado, promoveu este mês um happy hour para lançamento da nova vitrine e em comemoração aos 60 anos da poltrona Mole do design Sergio Rodrigues. As arquitetas Anelise Carvalho e Alexandra Martins foram as responsáveis pela ambientação da vitrine brasileiríssima.

 

Poltrona Mole na Loja Lilia Casa

 

Sergio é, sem dúvida alguma, uma das mais admiráveis expressões do design em nosso país. O traço coerente e único inscreveu seu nome na história do design do século 20, sobretudo pela criação de uma grande variedade de produtos, dos quais o mais famoso é a Poltrona Mole.

Criada em 1957 pelo arquiteto carioca Sérgio Rodrigues, a cadeira Mole até hoje faz sucesso como um dos grandes ícones do design moderno.

 

Em uma época na qual predominavam os pés palito na produção moveleira nacional, o designer Sérgio Rodrigues pensou em um móvel para expressar a identidade brasileira, com pés bem torneados, com muita madeira, couro e características que mais tarde, viriam a consagrá-lo como ícone do design brasileiro.

O sociólogo Odilon Ribeiro Coutinho chega a afirmar que a Mole foi o primeiro objeto de arte “irredutível” brasileiro, que não imitava o colonizador. “É uma síntese admirável do espírito brasileiro.”

Convidado para participar do Concurso Internacional do Móvel de Cantu na Itália, em 1961, Sérgio inscreveu a poltrona e foi o grande vencedor da premiação, fato fundamental para projetar o Brasil no cenário internacional do design.

 

Em seus 60 de sucesso, a Lilia Casa presta a homenagem e você pode conferir de perto o móvel, mas antes conhecer mais sobre a história da Poltrona Mole.

Com a palavra, Sérgio Rodrigues

“É uma poltrona superpreguiçosa. Na época, eu tinha na cabeça a ideia de fazer uma peça que pudesse ficar em qualquer ambiente, que não fosse uma cama nem um colchão, mas bem confortável. Quando o Otto Stupakoff me pediu uma peça para o estúdio dele, imaginei um apartamentinho bem pequeno e pensei em um sofá que não fosse parecido com uma cama ou um sofá-cama, mas que fosse tão confortável quanto. A poltrona Mole começou sendo, na verdade, um sofá (para dois lugares). Na hora de pagar, o Otto disse que não tinha nenhum dinheiro, mas ofereceu uma fotografia de caráter internacional para o lançamento do sofá. Eu topei, e, como o estúdio dele não tinha um fundo infinito, dei a ideia de levarmos a peça para a praia. Naquela época, havia pouca gente no Leblon e, quando a maré estava baixa, a areia ficava plana, maravilhosa. Colocamos lá o sofá e o Otto foi arrumar a câmera. Mas demorou tanto que o mar veio com força total e molhou o sofá inteiro. Mesmo assim, ele foi inaugurado com sucesso.

 

Sergio é, sem dúvida alguma, uma das mais admiráveis expressões do design em nosso país

 

Na época, era moda ter o sofá e as poltronas combinando. Muita gente pedia e resolvi fazer um sofazinho de um lugar, que virou a poltrona Mole. Mesmo assim, a poltrona ficou um ano na vitrine sem nenhum comprador. Eu acreditava nela, mas os meus sócios pediram para colocá-la no fundo da loja. Foi quando ela foi comprada pela diretora do Museu de Arte Moderna do Rio. Eu fui ver onde ela ia ficar, entrei em uma galeria de arte, com peças perfeitas da Bauhaus, e lá estavam as minhas poltronas. Foi quando eu comecei a acreditar no sucesso delas. Depois disso, o Roberto Marinho comprou mais duas para o seu iate. Eu nunca imaginei que ia ganhar prêmios ou que a poltrona fosse ficar famosa. Eu só queria algo confortável.

 

 

O nome da poltrona surgiu, na verdade, dos operários da fábrica. O protótipo estava sendo feito e eu recebi uma ligação logo cedo dizendo que o conde estava dormindo no sofá e roendo os pés daquela poltrona molenga. Não entendi nada. Eu tinha um sócio que era conde na Itália, mas ele não ia estar roendo o sofá, né? Quando cheguei lá, descobri que o cachorro que ficava vigiando a fábrica é que se chamava conde. E a poltrona continuou sendo chamada de molenga, mole.

 

A poltrona se tornou símbolo do design brasileiro porque o sucesso continuou lá fora. Depois de ganhar o Concurso Internacional do Móvel em Cantù, na Itália, o pessoal dizia que era a única peça brasileira que não era um rabisco tropicalista. Era uma peça que tinha valor. Eu sempre dei muita atenção ao acabamento da madeira, desde quando fazia brinquedos na infância.”

 

 

Almofadas não são mera coadjuvantes na decoração

As almofadas são imbatíveis para renovar a decoração e são uma boa pedida para grande parte dos ambientes da casa. Com seus diferentes formatos, texturas, cores e estampas, elas oferecem uma infinidade de possibilidades de combinação, seja no sofá ou na cama. Seja criativo na hora de fazer o seu mix! Para te ajudar o site Roberta Rocha foi até a Amazonas Tecidos e Decorações, situada na rua Irapuan Rocha, próximo a Dom Severino.

As almofadas têm papel de destaque na decoração. E na hora de escolher, é preciso avaliar todo o ambiente, que não pode ficar carregado visualmente. Busque sempre olhar o ambiente por completo e como a composição ficou com o resto do local. Você hoje em dia encontra diferentes modelos, tamanhos, tecidos e texturas.

A mistura de estampas é uma tendência na decoração. Cada almofada pode, sim, ter uma padronagem diferente da outra. Na hora de compor o mix, para não sobrecarregar o ambiente, a alternativa é escolher uma cor predominante para estar presente em todos os objetos estampados. Mas, quando se trata de almofadas, o mix de estampas não é a única alternativa. É possível mesclar texturas e cores, é claro.

O estilo da decoração determina o tipo do tecido. Em um ambiente casual, é melhor usar linho. Para dar um toque de luxo, lã com cashmere. Mas, se a ideia é compor um visual glamouroso, seda texturizada e cetim são mais adequados.

Para determinar o número de almofadas, todo o ambiente precisa ser avaliado: a quantidade, o volume, a cor e a textura dos objetos. A decoração não pode ficar visualmente carregada. O número de peças é a chave para alcançar um ambiente equilibrado. Por isso estude seu ambiente e na dúvida peça ajuda a um especialista. Almofadas demais pode dá um ar sufocante ao ambiente, assim como de menos pode dá um vazio.

Almofadas decoradas e com um ar artesanal também vão super bem com ambientes mais rústicos. Os tons terrosos é outra tendência que está em alta e vão bem com espaços que usam dessa ideia para serem formados.

Dicas

1. Existem muitas variações de padrão. Busque combinar várias estampas ao usar as almofadas na decoração de locais mais descolados.

2.  As almofadas podem ser alteradas de acordo com a estação do ano. Nos períodos mais quentes, por exemplo, escolha cores leves. Já nos dias frios, a melhor opção está nos tecidos mais quentes.

3. Tem dificuldades para combinar cores e escolher tons complementares? O segredo é buscar almofadas de cores que já estejam presentes no ambiente.

4. Sofás e outras peças com muitas estampas ficam perfeitas com almofadas lisas, sem nenhuma padronagem. Opte por uma cor que faça parte do padrão para ter um resultado ainda melhor.

5. Você não precisa escolher entre almofadas estampadas ou lisas, pode usar as duas opções! Essa combinação é perfeita e ajuda a construir um ambiente sem muita poluição visual.

6. Para os espaços que andam meio apagados e sem vida, o ideal é dar cara nova com almofadas coloridas.

7. Sabe aquelas cores que você adora, mas não tem coragem de colocar nos móveis ou paredes? Aproveite e use-as nas almofadas.